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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Banda LOBOTOMIA no bloco LEGION NOISE (Assessoria Black Legion Productions) - dia 21/01/2018 (Domingo)

A banda Lobotomia nasceu em 1984, tocando um som absolutamente hardcore. Sua formação original contava com Caio no vocal, Adherbal Billy Argel nas guitarras, Grego na bateria e Alfredo no baixo.

O movimento Punk estava em alta, locais como NapalmCarbono 14Lira PaulistanaMadame SatãÁcido Plástico e outros abriam suas portas para receber bandas desse estilo.
No final do ano de 1985, o Lobotomia participou da coletânea Ataque Sonoro, pelo selo independente Ataque Frontal, nesse álbum já é visível a mudança no estilo musical da banda, a procura de uma nova sonoridade e o começo da fusão com outros estilos de som pesado. Junto com as bandas: CóleraGarotos PodresRatos de PorãoArmagedom,Vírus 27Grinders, Desordeiros, Auschwitz, tornaram esse álbum um ícone na história do punk Brasileiro.
Em 1986, Caio no vocal, Adherbal nas guitarras, Grego na bateria e Zezé no baixo preparam-se para gravar o que seria o primeiro disco de "metalpunk" brasileiro , estilo precursor do que hoje conhecemos como crossover.
O LPLobotomiavinil foi gravado e produzido pela própria banda, a New Face Records colaborou na prensagem e cuidou da distribuição em 1987. Esse álbum tem como caraterística o som metálico, sombrio e inovador, diferente de tudo aquilo que se escutara em termos de punk até então no Brasil. Nesse trabalho encontramos a regravação de Faces da Morte e também clássicos da banda como, Só Os Mortos Não Reclamam e Indigentes do Amanhã, com letras de Adherbal e Caio.

Esse disco foi marcante pelo fato de que mesmo sendo um som pesado e completamente fora de qualquer padrão comercial para a década de 80, uma de suas faixas, Só Os Mortos Não Reclamam , foi durante alguns meses executada na programação normal da 89 FM, emissora que na década de 80 intitulava-se a Rádio Rock. Nessa época era inconcebível a execução desse género de música, mesmo a emissora tendo um perfil mais alternativo.
Nessa fase o Lobotomia sofre mais uma mudança, para as apresentações ao vivo foi chamado Paulo, amigo do vocalista Caio que assume a segunda guitarra. Com essa formação ocorreram vários shows no underground Paulistano e no interior.
Em 1988, Zezé e Caio saem para entrada de Flavinho no baixo e Guba no vocal. Nesta fase seriam compostas a maioria das músicas do próximo álbum, três das letras foram escritas pelo então vocalista Guba. Com sua saída quem assume agora os vocais é Markon. Com essa formação entram em estúdio em Belo Horizonte e gravam pelo selo Cogumelo discos em 1989 o LP Nada É Como Parece, o som agora mostrava-se mais coeso na mistura de estilos, som para headbanger, mas ainda sem o rótulo de Crossover. Após o termino das gravações a banda encerra um ciclo e cessa temporariamente suas atividades após alguns shows.
Em 2002 a banda (Markon, Adherbal, Paulo, Grego e Picapau) reúne-se para um show com Agnostic Front.
Em 2003 é relançado no Japão o CD do primeiro álbum, Lobotomia, pela gravadora SpeedStates.
Em 2004 A banda retorna à ativa só que agora com um só integrante da formação original, o baterista Grego. Na guitarra está Jozé (ex-Kangaroos In Tilt), baixoFralda (ex-Ratos de Porão)e Markon no vocal. Varias apresentações foram feitas pelo Brasil com essa formação.
Com a saída do Zé a banda retorna com a formação do disco Nada é Como Parece, com exceção de Flavinho, em seu lugar ainda Fralda que mais tarde seria substituído por Carlos "Carlinhos".

Em Janeiro de 2008 Grego, Adherbal, Paulo, Markon e Carlos entraram em estúdio para gravar mais um álbum intitulado Extinção - o álbum conta com 13 músicas que fundem vários estilos que transitam entre hardcorepunk e thrash metal.
Após a gravação do disco, Adherbal e Paulo saem novamente da banda e Carlos volta suas atenções a sua banda Presto?.
Em 2009, Fralda volta para a banda, André (Presto?) assume as guitarras e a banda faz alguns shows para divulgar o novo disco "Extinção".
Julho de 2009, finalmente saem do pais para sua primeira tour europeia com Grego, Markon, Fralda e André.
Em 2011 acontece a segunda tour europeia da banda, mais longa e visitando mais países.
Logo após essa tour Markon se desliga da banda e é substituído pelo vocal do "Diskarrego" Edu Vudoo. Em 2013 o baixista fralda também se desliga e é substituído por Gabriel Kaspar, que em 2015 é substituído por Daniel Brita, das bandas Pig Soul e Mão Santa.
Em 2015 Gravam seu quarto álbum de estúdio "Desastre"que é aclamado pela crítica especializada e pelo fãs logo após seu lançamento em 2016. O albúm rende tour de divulgação pelo Brasil e uma tour inédita para a banda no México. A tour rende 14 shows em 12 cidades e surpreende a banda pelo número de fãs e pela recepção.
Atualmente a banda já prepara material novo, uma tour pelo sul e uma nova tour européia para 2018.
O Lobotomia é uma banda de hardcore/crossover thrash, que marcou os anos 80 e ainda hoje é referência para muitas bandas no estilo.


Formação atual
      Edu Vudoo - vocal
      Guilherme Goto- guitarra
      Daniel Brita - baixo
      Grego -bateria

Discografia
      Ataque Sonoro - 1985 (coletânea)
      Lobotomia - 1986 (LP)
      Independência ou morte - 1987 (3 bandas)
      Nada é Como Parece - 1989 (LP)
      Extinção - 2009 (CD)

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Banda AWAIT ROTTENNES no bloco LEGION NOISE (Assessoria Black Legion Productions) - dia 21/01/2018 (Domingo)


A  banda  Await  Rottenness  surgiu  ano  de  1994,  com  uma  proposta  mais  voltada  ao
Raw  e  Cold  Black  Metal.  Neste  mesmo  ano,  foi  gravada  a  demo  intitulada  Dominium
Aeternus  que se espalhou rapidamente pelo underground.

No fim de 95, a  banda cessa suas  atividades por  problemas  na formação, retornando
apenas  em  96,  ano  em  que  foi  lançada  a  demo  Cursed  to  Die  e  Perishness.  Já  com
nova formação e material novo, destilando um som voltado ao old school death metal. 
A partir daí são agendadas algumas apresentações ao vivo e uma intensa divulgação
das demos, com isso alcançado um grande reconhecimento em território nacional e no
exterior.

No  mesmo  ano  foi  gravado  Pagan  Soul,  que  consolidou  a  banda  e  seu  mérito  pelos
reais  seguidores  da  música  extrema,  sempre  aclamada  por  muitos  e  tendo  excelente
repercussão,  e  chamando  a  atenção  de  algumas  gravadoras  que  se  mostraram
dispostas a lançar o material.

Em  2000,   uma  compilação  com  as  2  demos  de  1997  e  contendo  algumas  músicas
novas  foi  gravada,  mas  sendo  pouco  divulgada,  pois  houve  uma  nova  mudança  na
formação da banda.

Em 2002, após se estabilizar, e com material pronto pro debut,  a banda entra pro cast
da Demise Records. Assim, em 2005 é lançado o CD The Chaos Eternal, entoando o
mais puro unholy death metal, som feito nos mais puros moldes na antiga escola. Cru,
insano e intenso. Apenas para os verdadeiros apreciadores do estilo.

Abaixo, a formação que realizou o full-length The Chaos Eternal, de 2005.

E. Furlani – Baixo e Voz
L. Freitas - Guitarra
H. Vallejo – Guitarra
C. Vasconcelos – Bateria

Formação 2016:

A. Armew – Bateria
E. Furlani  – Baixo/Voz
F. Vighini  – Guitarra
L. Gaburro – Guitarra

A  banda  segue  com  esta  formação  e  já  prepara  material  novo  para  lançamento  em
breve.
 A trilogia do  caos War, Fear and Plagues, já anunciada via Black Legion Productions,
será consolidada em breve. 

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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Banda HIGHER no bloco BARULHO NOISE - o espaço das bandas underground - dia 21/01/2018 (Domingo)

Cezar  Girardi  e  Gustavo  Scaranelo  são  dois  músicos  profissionais  bastante  experientes  e
respeitados no cenário da música brasileira, especialmente nos campos do jazz e da música
instrumental. Entretanto, nutrem outra característica em comum: a paixão pelo heavy metal.

Em 1995 fundaram a Second Heaven, banda que não deixou registros e foi desativada dois
anos depois. A dupla passou então a se dedicar aos estudos acadêmicos de música, o que
acabou por levá-los para outros segmentos onde fizeram carreira. Mas a paixão pelo metal
manteve-se pulsante durante todo esse tempo. Depois de uma conversa, decidiram reunir-se
para tocar e compor heavy metal novamente. O resultado? Uma nova banda: Higher!
 
A Higher  traz  enraizada  algumas  características  singulares: é  uma banda  formada  única  e
exclusivamente  pela  paixão  dos  músicos  pelo  heavy  metal,  ou  seja,  o  trabalho  é  livre de
qualquer  pretensão  comercial  ou  mercadológica  que  eventualmente  pudesse  interferir  no
aspecto artístico; essa própria experiência em outros estilos naturalmente conferiu-lhes uma
musicalidade deveras original, repleta de identidade, como nunca se ouviu antes!
 
Inconclusa  será  a  tarefa  do  crítico  musical  que ousar  rotular  a  banda  dentro  de  qualquer
subsegmento preexistente no heavy metal. 

"Quando  nos  reencontramos,  tivemos  dificuldade  em  compreender  qual  seria  o  resultado
estético  da  retomada  desse  trabalho  autoral  de  metal",  revela  o  guitarrista Gustavo
Scaranelo.  "Havíamos  assimilado  muitas  influências  e  não  seria  possível  retomar  a  mesma
linha anterior. Mas éramos bastante convictos do trabalho que havíamos feito quase 20 anos
antes. Esse foi então nosso ponto de partida: retomar as antigas composições com uma nova
roupagem, além de compor material novo. Eu estava extremamente cativado por uma forma
de metal mais agressiva, apesar de completamente imerso no universo harmônico do jazz; já
o Cezar, sempre teve uma predileção pelas composições melodiosas dos gêneros da música
elaborada. Colocamos nossas diferenças e semelhanças numa grande soma. A Higher nasceu
da  nossa  sincera  vontade  de  produzir  algo  com  o  coração  inspirado  pelas  alegrias  que  a
música já havia nos dado. O resultado é essa mescla de agressividade e sutilezas musicais." 

Para  completar  a  formação,  fez-se  necessário  outros  músicos  de  experiência  comprovada,
como  é  o  caso  do  baixista  Andrés Zúñiga  e  o  baterista  Pedro  Rezende  (que  estudou  com
Virgil Donati na Austrália). Recentemente também recrutaram o guitarrista Felipe Martins.
"Quando  nos  juntamos  para  “ressuscitar”  nosso  projeto  de  metal,  considerávamos  os
membros  do  projeto  anterior”,  relembra  Gustavo.  “Mas  somente  eu  e  Cezar  havíamos
seguido a carreira profissional, o que resultaria numa incompatibilidade. Começamos então a
mostrar  a  pré-produção  para  alguns  músicos  que  admirávamos.  O  Andrés  chegou  dessa
forma.  Já  havia  visto  o  Pedro  tocando  metal,  e,  apesar  de  saber  que  ele  andava  se
aventurando pelo jazz e pela música brasileira, quando o encontrei numa ocasião perguntei:
“como  andam  seus  dois  bumbos?”,  e  ele  me  respondeu,  “mais  rápido  que  nunca!”.  O
resultado  já  se  conhece.  O  Felipe  era  meu  aluno  na  especialização  de  jazz  da  EM&T,  o
conheci quando ele tinha apenas 12 anos. Ele não participou das gravações, foi escalado no
momento  em  que  o  disco  precisava  ir  para  o  palco.  Apesar  da  pouca  idade,  ele  tem
competência para fazer parte do time. Somos profissionais, mas ganhamos uma família.”

Gravado  em  São  Paulo  no  Fusão  Studios  com  mixagem  e  masterização  de  Thiago  Bianchi,
o disco de estreia autointitulado chegou com a mesma expectativa de um grande nome do
metal nacional, embora o Higher seja uma banda recém-formada.
“Havíamos iniciado as gravações com Guilherme Gazaffi e Fernando Quesada, atuando como
técnicos, em diferentes estúdios. Quando chegamos ao Fusão, rolou uma sintonia muito legal
com o Thiago. Eu e Cezar já havíamos feito todo trabalho de produção, mas precisávamos de
alguém para “entalhar essas formas”. O Thiago mixou e masterizou o disco, colocou nossa
criação no alto e deu a ela uma incrível aparência sonora.”   

A capa  do  álbum é  assinada  por  Carlos  Fides  (Evergrey,  Kamelot,  Narnia)  e,  segundo
Gustavo, reflete o conteúdo das letras e do conceito ideológico dos integrantes do Higher.
"Quando decidimos iniciar esse projeto, nos perguntamos: de quais ideias nossa música seria
veículo?  A  conclusão  foi  instantânea:  aproveitar  a  vida  e  seus  desafios  para  tornar-se  uma
pessoa  melhor  é  algo  que  valorizamos,  e,  para  nós,  isso  talvez  justifique  a  vida  humana.
Desse  conceito  nasceu  o  nome  Higher:  o  ser  humano  lutando  por  uma  condição  mais
elevada. A força e o vigor que o metal sempre nos transmitiu fez dele um veículo digno. Não
queremos  passar  a  ideia  de que  estamos  nessa  condição  mais  alta,  apenas  estamos  nessa
briga pela autotransformação. Não somos detentores de nenhuma verdade, e esperamos que
as  pessoas  recebam  nossa  mensagem  e  nos  vejam  como  cúmplices  nessa  jornada  da
evolução  humana.  O  respeito  é  o  princípio  de  qualquer  postura  madura,  é  possível,  e
necessário, discordar sem desrespeitar. Todas as letras foram escritas sob essas definições, a
concepção gráfica do disco também. Não existe Higher sem esse conceito."

Na  imprensa,  o  disco  de  estreia  do  Higher  coleciona declarações  calorosas  como:  “Nove
canções  perfeitas”  (Metal  Samsara);  “Surpreendente”  (Reidjou);  “Som  único” (Galeria
Musical); “Pesado e criativo, difícil de rotular” (A Música Continua A Mesma); “Indispensável”
(Metal  Revolution).  O  álbum  também  foi  citado  entre  os  Melhores  do  Ano  por  diversos
jornalistas  respeitados.  Na  eleição  entre  os  leitores  do  site  Heavynroll,  Cezar  Girardi  foi
considerado o 2º “Melhor Vocalista do Brasil” e Gustavo Scaranelo o 3º “Melhor Guitarrista”.

A turnê de divulgação do álbum já passou por várias cidades, incluindo festivais de destaque
como o Rock na Estação em São Carlos e o Festival de Rock de Indaiatuba. A banda também
passou a ter um novo baixista com a entrada do experiente Will Costa (Ripper Owens).

FORMAÇÃO:

Cezar Girardi (vocal) 
Gustavo Scaranelo (guitarra)
Felipe Martins (guitarra)
Will Costa (baixo)
Pedro Rezende (bateria)

DISCOGRAFIA:

Higher (2014)



ENDEREÇOS OFICIAIS NA INTERNET:
www.higherband.com
www.facebook.com/highermetal
www.twitter.com/highermetal
www.soundclound.com/highermetal
www.youtube.com/highermetalband

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Banda CARNÍVORO no bloco BARULHO NOISE - o espaço das bandas underground - dia 21/01/2018 (Domingo)

A Carnívoro é uma banda de metal extremo autoral de Roraima, tendo lançado seu primeiro single "Panorama de Aço" há pouco tempo. Seu som mescla atributos do death, thrash e até mesmo do hardcore, sem compromisso com um gênero específico. Seu debut album sairá no primeiro semestre de 2018, intitulado "Culto Pagão".

Influências: Sepultura, Claustrofobia, Suffocation, Hatebreed, Deicide, etc.
Integrantes:

Flávio Dourado (vocal)
Axl Rose (guitarra)
Luiz Távora (guitarra)
Dant Alighiere (baixo)
João Paulo Vieira (bateria)


https://www.facebook.com/bandaCarnivoro/

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Banda BLACK SERPENT no bloco BARULHO NOISE - o espaço das bandas underground - dia 21/01/2018 (Domingo)

A Black Serpent foi idealizada em 2016 por Magnus Profanous com a proposta de executar um Blackned Death Metal com Inspirições de: Belphegor, Behemoth, Spiritual Hate, Deicide. Em 2016 deu inicio as gravações dos instrumentais do EP "Demons Destroy the House of God" por Sodomizer no Gorezone Home Studio, em 2017 deu-se inicio as gravações dos vocais no Acutrak Home Studio. Tendo um single lançado ainda em 2017 nas plataformas digitais chamado "Sodomizing the Bastard Nuns" e em 2018 o lançamento de uma segunda single chamada "War against the hypocritical God" também nas plataformas digitais. O lançamento fisico do material em CD ainda não temos uma data mas provavelmente ainda neste primeiro semestre de 2018. O EP também será lançado em K7 por o selo Balrogh Records em Março de 2018 de forma limitada. Já estamos trabalhando no Full Album da banda com uma nova formação. A Black Serpent em suas letras aborda: Ocultismo e Anticristianismo.
A atual formação conta com: Magnus (Vocals), Malignant (Guitarra), Vulttus (Baixo).

Contatos:
EMAIL: Black.Serpent.Brasil@gmail.com
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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Banda ASKE no bloco SANGUE NOISE (Assessoria Sangue Frio Produções) dia 21/01/2018 (Domingo)

A banda de metal extremo ASKE possui suas raízes sonoras nos gêneros
musicais Death e Black Metal e foi idealizada na cidade de SãoCarlos-SP, em2009,
por FilipeSalvini, que junto com o guitarrista Lucas Duarte, formam a espinha dorsal
da banda.

Após seu primeiro disco intitulado "Once..." ser lançado em 2014, contendo 10
faixas e 1 video clipe, o grupo passou a se apresentar em festivais da região, como o
Rock na Estação, onde recebeu o convite para gravar a abertura do programa musical
"ArteExtrema" - trabalho que pode ser conferido no single intitulado "Alcoholic
Audition".

Apartir daí o ASKE vem ganhando notoriedade crescente devido sua qualidade
musical e originalidade em suas produções e lançamentos, um dos principais marcos
desta nova fase do grupo pode ser conferida no novo EP “Broken Vow”, que foi
inicialmente lançado somente nas plataformas digitais em 2017.

Formação:
Filipe Salvini-vocais/contrabaixo
Lucas Duarte -guitarras
Contatos:
facebook.com/askeoficial
@askeoficial@gmail.com
http://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/ASKE/27


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Banda IMPERIOUS MALEVOLENCE no bloco SANGUE NOISE (Assessoria Sangue Frio Produções) dia 21/01/2018 (Domingo)

A banda surgiu em 1995, criada por antigos membros de outras bandas locais de Death e
Thrash Metal e fazendo som próprio desde o início. Seu primeiro CD foi lançado em 1999,
chamado “IMPERIOUS MALEVOLENCE” e após esse lançamento o grupo embarcou para sua
primeira turnê pela Europa, onde teve as primeiras experiências sobre como trabalhar no
cenário underground.

Em 2003 foi lançado seu segundo álbum, “HATECROWDED” e com ele a banda embarcou para
a sua maior turnê fora do país, permanecendo no continente europeu por 3 meses e
realizando 28 apresentações em países como: Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda, Alemanha,
República Tcheca, Hungria. Nessa segunda turnê o feito foi muito maior, porque o grupo tinha
poucos recursos e precisava que os shows dessem certo, para poderem se manter no antigo
continente durante todo esse período. Toda a viagem foi uma loucura, desde comprar carro
usado na rua até dormir num local de invasão na Espanha. Tudo isso foi necessário para
manterem os objetivos. Apesar das dificuldades, terminaram a tour e já no ano seguinte outra
turnê foi feita. Praticamente sem apoio externo, ou seja, com os próprios recursos financeiros
e com ajuda de alguns pequenos selos para os contatos, o IMPERIOUS MALEVOLENCE ficou
conhecido no cenário internacional como uma respeitada banda de “Brazilian Death Metal”.

Em 2006 a banda lançou o terceiro CD, “WHERE DEMONS DWELL”, desta vez por uma
conhecida gravadora local, a “Evil Horde Records”, que apoiou a banda na época e arcou com
os custos desse lançamento. O CD foi gravado no estúdio Da Tribo, em São Paulo, e ajudou a
levar a banda novamente aos festivais de verão pela Europa, em 2008. Desta forma, o grupo
curitibano foi novamente desbravar a Europa, participando dos mais importantes festivais da
música extrema, tais como “Brutal Assault”, “Metal Heads Mission”, “Under The Black Sun”,
“Party San Open Air”. Foi uma ótima oportunidade para reencontrar velhos amigos e poder
tocar ao lado de bandas mais mainstream da cena Death e Thrash Metal internacional.
Em 2009, ainda divulgando o terceiro CD, novamente o grupo é convidado a participar de
outros concertos no velho continente, tocando em versões de inverno do “Party San Open Air”
e também em vários países em que já haviam tocado no passado, mantendo a chama da
banda acesa por lá.

Em 2011, após mais algumas mudanças na formação, finalmente a banda entra em estúdio
para registrar algumas composições novas. O EP “PRIESTS OF PESTILENCE” serviu como uma
prévia para o próximo álbum, chamado “DOOMWITNESS”, que foi lançado em 2013. Com a
nova formação, a banda está ainda mais motivada para divulgar esse novo lançamento e tocar
em todos os lugares possíveis.

Completando 20 anos de existência, o IMPERIOUS MALEVOLENCE pretende continuar
mostrando sua devoção ao Death Metal, levando a bandeira do metal brasileiro com sempre
com orgulho.

DISCOGRAFIA
From Eternal Vacumm Storms (Demo 1995)
Imperious Malevolence (CD 1999)
Hatecrowded (CD 2002)
Live in Germany (Split 2003)
Promo 2004 (Demo 2004)
Kill, Fuck & Destroy (DVD 2005)
Warriors of the Morbid Moon 3 (Split 2005)
Where Demons Dwell (CD 2006)
Priests of Pestilence (EP 2011)
Doomwitness (CD 2013)

INTEGRANTES
Fernando Grommtt - Baixo & Vocal
Antonio Death - Bateria
Danmented - Guitarra & Backing Vocal

LINKS
http://youtu.be/eEhDItopztg
http://youtu.be/isN0NNzaRqw
http://youtu.be/9NR7YTgTwc4
www.facebook.com/imperiousmalevolence
www.youtube.com/imperiousmalevolence

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Banda JAILOR no bloco ROADIE NOISE (Assessoria Roadie Metal - a voz do rock) dia 21/01/2018 (Domingo)

Jailor foi concebido em 1998 com o claro objetivo principal de compor e executar seu próprio thrash metal baseado no respeitado Brazilian Thrash Metal. Depois de lançar duas demo CD/tape, Capital Punishment e Religious Unpurge, finalmente veio o álbum de estreia.
Evil Corrupts foi lançando em 2005 em um novo formato de mídia, o SMD, acompanhado de uma arte gráfica matadora, além do thrash metal devastador pelo qual a banda se tornou conhecida.
Visando atingir uma sonoridade mais brutal, aprimorar o processo de composição, melhorar sonoridade das músicas e obter melhor performance de palco, a formação da banda foi mudada. O resultado das mudanças pode ser visto no segundo álbum, chamado Stats of Tragedy ( Show de lançamento dia 07/11/15).
O álbum traz oito obras-primas do thrash metal, fazendo da Terra o Inferno! Gravado no estúdio Avant Gard por Maiko Thomé Araújo, traz novamente a excepcional arte de Anderson L.A., mesmo artista que assina a arte gráfica do primeiro álbum da banda, bem como de outras bandas brasileiras de metal.
A banda tocou ao lado de nomes bandas de renome internacional: Destruction (Alemanha), Morbid Angel (Estados Unidos), Exciter (Canadá), Krisiun (Brasil), Ratos de Porão (Brasil), M-Pire of Evil (integrantes Venom / Inglaterra), Assassin (Alemanha), Torture Squad (Brasil), Malefactor (Brasil), Violator (Brasil) e Suicidal Angels (Grécia) e atualmente trabalha na divulgação de Stats of Tragedy em todo o mundo.
Jailor se autodesigna Brazilian Thrash Metal, mas, por outro lado, muita gente prefere atribuir o rótulo de death/thrash às músicas do grupo. A despeito da forma que você classifica as composições, Jailor faz, acima de tudo, metal em seu estado mais puro.

A banda agora está investindo todos os seus esforços para divulgar sua obra, através de parcerias com selos e distribuidores em todo o mundo, assim como agendando datas para mostrar o trabalho ao vivo.

Flávio Wyrwa: ScreamsMarcos Araujo: GuitarAlessandro Guima: GuitarEmerson Niederauer: BassJefferson Verdani: Drums 


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